
Tive vontade de dizer muitas coisas á roubadora de livros, sobre a beleza e a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo e subestimo a raça humana - que raras vezes simplesmente a estimo. Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes.
Nenhuma dessas coisas, porém, saiu da minha boca.
Tudo que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e lhe dizer a unica verdade que realmente sei. Eu disse á menina que roubava livros e digo a você agora.
Uma última nota de sua narradora:
Os seres humanos me assombram
a morte, em A Menina que Roubava Livros.
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